Fahrenheit 9/11

Vi ontem o filme Fahrenheit 9/11 de Michael Moore e adorei. A não perder.
Há situações verdadeiramente hilariantes.

Dá que pensar a forma como os meios de comunicação exercem o seu poder na formação da opinião pública.

Há um proverbio popular que diz “Uma mentira dita muitas vezes passa a ser verdade”

«Fahrenheit 9/11» é uma provocação sem limites, que denuncia alegados factos menos lícitos da política de Bush, que no geral são desconhecidos da opinião pública. A película põe em causa a veracidade das eleições, que deram a vitória a Bush assim como, sugere que o líder natural do Texas e a sua respectiva família mantêm relações de interesses económicos com a família Bin Laden.

Recorrendo à ironia e ao humor, Michael Moore descreve e analisa todas as acções da administração Bush desde o seu início. Em «Fahrenheit 9/11» há uma ridicularização do presidente Bush, no entanto não é gratuita. O realizador faz mesmo questão de provar todos os factos que denuncia.

Michael Moore levanta ainda a questão da existência das armas de destruição massiva no Iraque e o sofrimento das famílias dos soldados americanos.

Apesar de toda apolémica e provocação que corre à volta do filme, «Fahrenheit 9/11» venceu o Festival de Cannes e nos EUA, no primeiro mês de exibição, arrecadou 103 milhões de dólares (84,74 milhões de euros) em receitas.

Agora só resta saber a Michael Moore se no dia 2 de Novembro os norte-americanos vão pensar e votar neste documentári

Diário Digital

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