Posted by: ferdi in: ● February 21, 2004
O Concelho de Administração do Hospital de Viseu é consttituido por uma funcionária das finanças, um bancário e um militar reformado que segundo o Minsitro da Saúde reunia os requisitos necessários para assumir funções de gestão ( gestores “especializados” com “experiência” de preferência não médicos para oferirem elevadíssimos ordenados recentemente nivelados aos vencimentos dos gestores das empresas públicas)
Não é necessário ser muito inteligente para saber que passados alguns meses isto havia de dar confusão na qual os mais prejudicados são sempres os portugueses.
“No hospital de São Teotónio, em Viseu, a quase totalidade das chefias médicas bateu com a porta. Tudo por causa de divergências com o Conselho de Administração que levaram ao pedido de demissão dos directores clínicos e de serviço.”
TSF
Posted by: ferdi in: ● February 19, 2004
Hoje ao ler o diário online “Portugal Diário” fiquei estarrecido. Se já pouca confiança tinha na Ministra da Justiça hoje fiquei sem nenhuma.
Mais, constato que a política vigente do actual governo, passa por remunerar bem os tachos políticos e menosprezar e atacar os quadros que fazem a diferença .
“A ministra da Justiça nomeou quadros jovens, licenciados há poucos anos, para a direcção de um gabinete de auditoria a ganhar 5541 euros, um nível salarial equiparado a juiz-conselheiro e que é o máximo permitido na função pública, imediatamente abaixo do que recebe o primeiro-ministro, adianta o Diário de Notícias. Esta nomeação está a causar mal-estar no Ministério.
Para o Gabinete de Auditoria e Modernização (GAM), a ministra da Justiça nomeou como sub-director um jurista licenciado em 2001 e com 29 anos de idade, cuja única experiência profissional foi a de consultor do gabinete de política legislativa, para o qual entrou directamente no mesmo ano em que se licenciou. Diz o Diário de Notícias que o seu salário será equivalente ao de um juiz desembargador, cerca de 1080 contos. Para directora foi nomeada uma jurista de 30 anos licenciada em 1997, que vai auferir o mesmo que um juiz conselheiro, ou seja cerca de 1108 contos.
Recorda ainda aquele diário que, pouco tempo depois de assumir a pasta, Celeste Cardona defendeu que o GAM seria um dos serviços a extinguir por considerá-lo inútil.”
Posted by: ferdi in: ● February 13, 2004
Duas semanas depois do jogo entre o Sporting e o FC Porto, a distribuição de bilhetes para um clássico volta a estar no centro da polémica, mas desta vez com um “twist” azul e branco: os SuperDragões conseguiram oitocentos bilhetes para além dos disponibilizados pelo Benfica.
Por partes: a SAD portista pediu cinco mil entradas para o jogo da Luz, mas recebeu como resposta uma primeira remessa de menos de metade, 2250, e uma insistência valeu-lhe mais setecentos. Ou seja, seriam cerca de três mil os portistas presentes no clássico, um número bastante aquém dos 30 por cento de bilhetes destinados ao público, que a lei exige que os clubes visitados disponibilizem ao adversário.
Atenta ao que se iria passar, a principal claque do FC Porto antecipou-se e garantiu um pacote extra de bilhetes, num dos postos de venda. Simples e nem por isso barato. A história. Por via de um acordo comercial, o Benfica utiliza as estações de serviço da GALP para distribuir os ingressos. Num desses balcões, na zona da Boavista, no Porto, os SuperDragões compraram 800 bilhetes, que custaram cerca de 20 mil euros. Através de uma manobra de antecipação, o apoio à equipa de José Mourinho vai assim aproximar-se dos quatro mil adeptos. E o FC Porto ainda conseguiu colocar à venda para os sócios alguns bilhetes, que rapidamente voaram das bilheteiras do Dragão. Recorde-se que, no jogo de Alvalade, os ingressos seguiram todos para as claques.
Recent Comments