Posted by: ferdi in: ● November 19, 2003
Ultimanete tenho sido afectado com este bug…
Pessoal do ZOQ ..please vêm isto ….
Warning: main(DB_OO.php): failed to open stream: No such file or directory in /home/httpd/vhosts/pt/blog/www-base/www/lib/config.php on line 5
Fatal error: main(): Failed opening required ‘DB_OO.php’ (include_path=’.:/home/httpd/vhosts/pt/aprose/www-base/www/includes/:/usr/local/lib/php’) in /home/httpd/vhosts/pt/blog/www-base/www/lib/config.php on line 5
Posted by: ferdi in: ● November 6, 2003
Ultimamente a Saúde tem sido pródiga em termos de notícias. Porque será?
Quem será que tem interesse em queimar o Ministro.
Será apenas coincidência….mas não deixo de registar que esta campanha surgiu logo depois de um famoso artigo na revista francesa “le Point”.
“O Sindicato dos Enfermeiros denunciou hoje que alguns hospitais-empresa estão a transferir doentes, numa triagem motivada por valores economicistas, devido aos custos dos tratamentos. Muitos enfermeiros estão também em movimento entre hospitais devido à instabilidade dos seus vínculos laborais.
De acordo com o sindicato, em declarações à Rádio Renascença, estes dois fenómenos acontecem em vários dos chamados “hospitais SA” e serão uma das consequências da empresarialização dos hospitais.”
In Público
Posted by: ferdi in: ● November 4, 2003
Seguindo um padrão, facilmente identificável com o que já fez noutras paragens, a Microsoft veio a Portugal prometer a abertura de um centro de competência - isto no mês em que era suposto subir à Assembleia da República um projecto lei no sentido de promover a introdução de software aberto (Linux para o comum dos mortais) na Administração Pública. Dividindo a incumbência entre Ballmer e o próprio Bill Gates, todos os países onde o seu negócio se viu seriamente ameaçado (leia-se, adopção de software aberto no Estado) receberam apoios e promessas da Microsoft ao mais alto nível e como nunca antes se vira. Apoios demais para alguns.
Depois do Herald Tribune ter publicado um e-mail confidencial do então director comercial da companhia, Orlando Ayala, onde este revela a existência de um fundo especial para praticar descontos até onde for preciso para ganhar contratos nas escolas e administração pública, muitas vozes já estão a clamar por uma nova investigação antitrust da Comissão Europeia. «Sob NENHUMA circunstância percam para o Linux!» - sublinha Orlando Ayala, no referido e-mail. A Microsoft já veio publicamente afirmar que, desde Junho, o controverso fundo só foi usado na Europa por duas vezes (ou seja este existe mesmo…) e que a afirmação de Oyala «estava fora de contexto», porque a frase era completada com um «antes de terem usado inteligentemente este fundo» - o que, pessoalmente, acho que só vem reforçar a ideia inicial.
Mas as leis sobre esta matéria na CE são um tanto ambíguas. Se por um lado a lei limita os descontos praticados por empresas consideradas dominantes num sector, não deixar que os preços baixem nunca foi grande política para ninguém. A não ser que a Alemanha e a França, países onde o software aberto tem conquistado muito terreno no sector estatal, queiram que a multinacional volte a suar perante uma investigação idêntica à que foi submetida nos Estados Unidos. Descendo a Portugal, temos o caso mais corriqueiro ironicamente relatado pela concorrência da mesma frente, ou seja software comercial:
- Perante os incontornáveis Offices instalados num departamento do Estado, eles propõem a legalização dos mesmos (têm esse direito), mas como prova de boa vontade “oferecem” os sistemas de servidores de ficheiros, correio electrónico, Internet, base de dados, etc. As portas à concorrência ficam automaticamente tapadas. Afinal, foi oferecido…
E assim uma estratégia tecnológica ficou decidida, porque uns tantos utilizadores gostam do Microsoft Office, quando muitos até nem dele precisam, ou apenas retiram 10 por cento das suas capacidades. Se quando cai uma ponte tantas comissões de investigação tentam apurar responsabilidades, porque não o fazer face a fortunas gastas em informática, como no recente caso do cartão utente do Serviço Nacional de Saúde?
É incompreensível, que diariamente tomemos conhecimento, inclusive na pele, de tantos casos de atraso informático na Administração Pública, se contrapusermos as verbas investidas. Convenhamos, que no mínimo, no sector privado já teriam rolado umas cabeças. Mas este é um tema onde os políticos (e muitos gestores…) estão pouco à vontade. É pena, para todos
Posted by: ferdi in: ● November 3, 2003
Parece que a publicidade está a acordar de uma longa hibernação. Pelo menos é diz esta notícia na Zdnet.
O investimento em publicidade na Internet tem vindo a aumentar, ao contrário do que se verifica noutros meios, o que a torna um investimento relativamente seguro. Este é um dos resultados mais importantes de um estudo encomendado pela Associação Portuguesa de Imprensa (AIND) à VECTOR 21.
A publicidade revela ainda mais eficácia na Internet do que na imprensa escrita, com 67% dos inquiridos a afirmar que presta atenção aos anúncios on-line, relativamente aos 58,3%, que o faz nas edições impressas. O estudo lembra no entanto que a eficácia publicitária continua a ser baixa e que será necessário reinventar a forma como esta tem sido feita.
Este estudo de avaliação de oportunidades de negócio, tinha como objectivo perceber que tipo de informação consomem os cidadãos na Internet e de que forma o fazem. Neste sentido conclui-se que a maioria dos internautas procura preferencialmente informação especializada, estando inclusivamente dispostos a pagar para ter acesso a sites que a ofereçam.
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